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SEMANA NACIONAL DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS COMEÇA DIA 24/maio

Produtor Orgânico, parceiro da natureza na promoção da vida. Este é o tema da 11ª edição da Semana Nacional dos Alimentos Orgânicos (SAO), que dará início à campanha anual dos produtos orgânicos. Promovido para oferecer informações aos consumidores sobre onde encontrar os produtos orgânicos e como são produzidos, o evento será realizado entre os dias 24 e 31 deste mês de maio de 2015. A proposta é divulgar para os consumidores os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses alimentos.

Por isso, a Semana dos Orgânicos será realizada simultaneamente em 21 estados e no Distrito Federal. As programações estão sendo definidas pelas Comissões de Produção Orgânica Estaduais (CPOrgs) e encaminhadas para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que coordena os eventos regionais em todo o país. Cursos, seminários, debates e feiras estão entre as atividades previstas.

A iniciativa é organizada pela Coordenação de Agroecologia, do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura. A semana conta ainda com diversos parceiros, como a Secretaria-Geral da Presidência da República, Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA),Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Saúde (MS), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ministério da Educação(MEC), Ministério da Fazenda e a Biodiversidade para a Alimentação e Produção.

As principais práticas do produtor orgânico são o uso responsável do solo, da água e do ar, a manutenção da atividade biológica equilibrada, a preservação da biodiversidade e a consciência social. “Ao comprar um produto orgânico, a pessoa está optando por fazer parte de uma rede que acredita que o consumo responsável tem papel fundamental para a manutenção do meio ambiente e da sustentabilidade”, diz o coordenador de Agroecologia do MAPA, Rogério Dias.

No ano passado, os participantes da Semana dos Orgânicos tiveram a oportunidade de aprender técnicas de cultivo desses produtos por meio de seminários, dias de campo, oficinas e cursos. Além disso, muitos puderam experimentar os produtos orgânicos nas diversas feiras organizadas nos estados.

Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Caio Rocha, a Semana dos Alimentos Orgânicos é importante para que a população conheça e passe a consumir esse tipo de alimento. “Muitas pessoas ainda desconhecem os alimentos orgânicos. Por isso, durante a semana, nosso objetivo é fazer com que a população experimente, conheça a forma de produção e saiba onde comprar os produtos orgânicos”, afirma.

CARTILHA DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS: http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/organico%20cartilha%20web.pdf

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Rossana Gasparini – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2203


HIDRÁULICA SUSTENTÁVEL
 Eu estou tentado divulgar meus serviços para os administradores de propriedades rurais. Estou trabalhando entre outros serviços, com Instalações Hidráulica Sustentável e Manutenções como por exemplo:
Bomba de Ariete ou Caneiro Hidráulico – Esse Sistema não necessita de energia elétrica ou de combustível fóssil para o seu funcionamento e bombeia a água destinada ao gado e/ou a irrigação por gravidade desde o reservatório natural da propriedade (represa, açude, rio, riacho, etc.), para um reservatório (caixa d’água) instalado em uma parte alta e estratégica da propriedade.
 
Fossa Séptica Biodigestor – Estação de tratamento Ecológica convertendo em adubo para a irrigação! 
fossa4carneiro-hidraulico-de-1-polegada-3carneiro-hidraulico-de-1-polegada-4
          Por isso, peço por gentileza que repassem e façam conhecer esse método sustentável aos seus contatos de toda a região.
Obs.: Segue anexo o meu Currículo e algumas imagens desse trabalho depois de pronto!
          Agradeço pela atenção dispensada!
Saudações,
Odair Martins da Silva
(19) 97100-8518 vivo


É o agronegócio quem diz: Tecnologia Bt não cumpre seu papel

Publicado: 25 Maio 2015

Os “eminentes cientistas” insistem na tese tresloucada de que agrotóxicos e transgênicos não guardam qualquer relação. Usam o argumento de que nem todo transgênico é feito para resistir a agrotóxicos, como é o caso da tecnologia Bt, que onde a própria planta produz o agrotóxico. Pois, vejam o resultado desta “modernidade tecnológica”… (grifos nossos)

do Agrolink, 25/05

Tecnologia, conforme os produtores de MT, demandou atécinco aplicações de inseticidas e custo elevou

MARIANNA PERES

Apesar de o clima bom ter feito toda a diferença sobre o desenvolvimento do milho safrinha, em Mato Grosso, elevando as perspectivas de produtividade e de produção, o ciclo vai deixando um peso a mais no orçamento do produtor. Quase 70% deles estão realizando elevado número de aplicações de inseticida no milho semeado com a tecnologia Bt, variedade que já embute um valor agregado maior à semente e que, em princípio, deveria dispensar esse tipo de tratamento químico, ainda mais de maneira intensiva.

A constatação feita no Circuito Tecnológico – Etapa Milho, evento organizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) – evidencia, conforme a entidade, que a tecnologia está perdendo sua eficiência e, por isso, demandando maior uso de defensivos para o combate às pragas. O milho é a principal cultura de segunda safra utilizada no Estado.

O resultado foi obtido com a aplicação de questionários quantitativos, além da coleta de amostras de talhões de milho em todo o Estado no mês de abril.

“Esse é um dado que nos serve de alerta. Estão aplicando altas doses de inseticida em um milho que não precisaria disso, e se isso ocorre, é porque a tecnologia de combate já não está mais tão eficiente”, ressaltou Cid Sanches, gerente de planejamento da Aprosoja.

Além da aplicação nas lavouras, os dados obtidos no Circuito Tecnológico – Etapa Milho – revelam ainda que, os agricultores, também estão utilizando o inseticida no tratamento de sementes, totalizando 88% das propriedades que utilizam esse método.

Conforme reforça a Aprosoja/MT, avaliar a tecnologia Bt, in loco, foi o grande objetivo desta edição do Circuito Tecnológico, e para isso, a Etapa Milho foi antecipada para o início de abril, para que as equipes técnicas da entidade chegassem às lavouras no período que antecede ao pendoamento, pois é nesse momento que se poderia observar a eficiência das tecnologias empregadas nas lavouras. No ano passado o evento foi realizado em maio, momento em que as lavouras já estão estabelecidas. Foram verificadas as pragas presentes na cultura do milho, a evolução da cultivar, o desenvolvimento de plantas daninhas e a adubação utilizada na safra.

No ano passado, os produtores de milho de Mato Grosso empregaram em suas lavouras a tecnologia Bt, que deveria tornar as plantações resistentes à lagarta Helicoverpa Armigera. Contudo, o produto se mostrou ineficiente e as plantações foram infestadas pela lagarta, sendo necessária a aplicação de inseticidas, o que além de causar impacto ambiental e perda de produtividade, provocou um prejuízo estimado de R$ 120 por hectare que não estava programado pelo produtor. Mais de 3,22 milhões de hectares foram cultivados com o cereal na segunda safra no ano passado e em 2015, houve retração. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área plantada fechou em 2,96 milhões de hectares, quase 8% menor na comparação anual.

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